sábado, 24 de dezembro de 2016

Conversa do Chá das Cinco: Feliz Natal! ^_^


 
Oh! Oh! Oh! É Véspera de Natal meus queridos!
 
 
Esta é uma das noites mais especiais do ano para mim desde infância, é sinónimo de ter a família junta, a casa bem recheada, uma maravilhosa ceia, ver filmes em pijama até que chegue a meia noite e aquela sensação de tentar adivinhar o que está debaixo da bonita árvore de Natal traz-me uma imensa alegria.
 
Infelizmente nem toda a gente pode ter uma noite tão feliz, mas eu desejo que um dia isso seja possível para toda a gente.
 
Esta é uma época muito especial, onde dar é mais importante que receber, e para mim, também transmite uma sensação muito melhor, o que mais gosto no Natal é sem dúvida escolher e dar as prendas a quem mais amo e ver a sua reacção a abri-las, é uma sensação indescritível.
 
Com isto queria-vos pedir que se lembrassem do próximo, não só nos próximos dias como durante todo o ano, que se lembrassem que ás vezes uma palavra amiga é mais importante que um objecto qualquer.
 
Por fim venho desejar-vos um Feliz Natal, aos seguidores do cantinho, presentes e futuros, aos autores e editoras, porquê sem eles não existiriam mundos maravilhosos para onde viajar, e a todos os que tenham um bom coração.
 
Sejam felizes, muitos beijinhos.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Aquisições: Novembro de 2016

Aqui estou eu mais uma vez para vos mostrar os novos livros que chegaram à minha estante, ao todo foram treze títulos.
 
No inicio do mês uma grande amiga ofereceu-me quatro títulos da Penguin Random House, o mais recente thriller de Sofi Oksanen, Norma, o manual práctico de minimalismo, Menos É Mais, de Francine Jay, o relato de Rod Nordland, Os Amantes, e o novo policial com a etiqueta Sob Suspeita, O Crente, de Joakim Zander.
 
Além disso o meu namorado (super lindo, querido e maravilhoso!) ^_^ minou-me e ofereceu-me o Pack Heróis e Vilões, este pack é composto pelos livros O Reino Mais Além das Ondas de Stephen Hunt, um autor que quero muito ler, Dragões de Um Crepúsculo de Outono de Margarete Webs e Trace Hickman, cujos restantes volumes da trilogia Dragolance se encontram esgotados, e O Príncipe Herdeiro de Raymond E. Feist, o primeiro volume da série Os Filhos de Krondor e continuação da série O Mago, que tenho de concluir.
 
Fiz uma encomenda de três livros no site da Saída de Emergência, A Corte do Ar de Stephen Hunt, já que vou ler o autor achei melhor começar a ler o primeiro livro da série, a série Jacquelian, da qual eu já tinha o segundo volume, referido no parágrafo anterior, o livro de contos Com A Cabeça na Lua e outro livro de David Soares, o livro de contos de terror Luz Miserável, assim já tenho que ler no Halloween do ano que vem.
 
Chegou ainda cá a casa o primeiro volume da trilogia de Dolores Redondo, O Guardião Invisível, ganho num passatempo do grupo GLA - Grupo Livrólicos Aónimos em parceria com a Editora Planeta.
 
A minha mãe ofereceu-me a nova versão do clássico Alice no País das Maravilhas, do inglês Lewis Carrol ilustrada por João M. P. Lemos e anotada por Rui Reininho que eu tanto queria!
 
E por ̼ltimo, mas garantidamente ṇo menos importante, o primeiro livro oferecido ao blog para opinịo!!! A Guardị РO Livro de Jade do C̩u, oferecido pela autora Ana Kandsmar, as Edi̵̤es Mahatma e o blog de divulga̤̣o Bee Dynamic Books, que estou mortinha por ler.
 
Por agora é tudo meus queridos, um beijo e um queijo.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Ouro Preto; Sérgio Luís de Carvalho [Opinião]



Não foi à toa que na primeira rúbrica do blog Os Maias vieram à baila.

Após algum tempo em que mal conseguia ler um livro do princípio ao fim, Ouro Preto foi o escolhido, por várias vezes, recordei-me da boa, e rara, experiência que foi ler um livro para a escola, a grande obra que é o livro Os Maias do, para mim, visionário Eça de Queirós.
A narrativa deste livro é-nos dada a conhecer através de três pontos de vista que nos são apresentados em todos os capítulos, as cartas escritas por Pedro de Rates Henequim, nas quais este dá a conhecer a sua vida, as cartas escritas por Alexandre de Gusmão, onde nos relata a vida na corte, nomeadamente a de D. João V, e as publicações da Gazeta de Lisboa.
Através destes três pontos de vista é edificada a narrativa secundária, o modo como o então Reino de Portugal e seu Império são (mal) governados.
Um reino em que os luxos da nobreza e do clero se sobrepõe ás necessidades básicas de um povo que vive em dificuldades, em que a Inquisição não só é retrógrada como corrupta, em que as colónias, neste caso concreto o Brasil, não passam de fontes de riqueza que são exploradas até à exaustão, e em que até mesmo o povo não passa de uma cambada de ignorantes mais interessado nas vidas alheias do que em fazerem por melhorar a sua.
O que mais gostei neste livro foi sem dúvida o ponto de vista de Alexandre de Gusmão, por ser um dos poucos elementos da história que, de facto, era realista face aos acontecimentos ocorridos, e também por partilhar um pouco dos bastidores da realeza, e a personagem Branca do Céu, uma mulher com uma personalidade bastante única e bondosa.
Toda a escrita do autor é fabulosa, levando-nos a crer que este experienciou todos os momentos da narrativa, tendo um toque de ironia e de humor negro em muito semelhante a Eça de Queirós, só tenho a lamentar que não tenha havido um pouco mais de acção ao longo da história.
Recomendo esta obra a qualquer um que aprecie ler, mas especialmente aqueles que gostem de um bom romance histórico que esteja entrançado com a realidade.
Não me posso esquecer de agradecer à editora Clube do Autor pelo passatempo que me permitiu ganhar este livro que me deu tantos momentos de prazer.
Até mais! ;)

sábado, 3 de dezembro de 2016

[Divulgação] Ouro Preto; de Sérgio Luís de Carvalho

Título: Ouro Preto
Autor: Sérgio Luís de Carvalho
Editora: Clube do Autor
Número de Páginas: 296






O sonho de D. João V e a profecia do paraíso no Brasil.






Século XVIII. D. João V tinha um sonho para Portugal. Pedro de Rates Henequim tinha uma visão para o Brasil. No dia em que o sonho régio e a extravagante visão herética se chocaram, o destino de duas nações e de dois homens mudou para sempre.
Uma história passada numa Lisboa deslumbrada pelo brilho do ouro e amesquinhada pela pobreza oculta. Perigosas manobras políticas, segredos de alcova, amores, desamores e traições insinuam-se por trás das procissões, dos autos-de-fé e das festas cortesãs.
Entre a comédia e a tragédia, este romance baseado em factos reais transporta-nos para o cenário ostensivo e bizarro do Portugal setecentista.
 
Sobre o autor:
Sérgio Luís de Carvalho nasceu em Lisboa em 1959. É autor de uma vasta obra de ficção e investigação histórica. Em 1990, publicou o seu primeiro romance – Anno Domini 1348 – a que se seguiram As Horas de Monsaraz (1997), El-Rei Pastor (2000), Os Reis da Babilónia (2003), Retrato de S. Jerónimo no seu Estúdio (2006), Os Peregrinos sem Fé (2007), O Retábulo de Genebra (2008), O Destino do Capitão Blanc (2009), O Segredo de Barcarrota (2011), O Exílio do Último Liberal (2012), A Última Noite em Lisboa (2014).
Em 1989, recebeu o Prémio Literário Ferreira de Castro (Portugal); em 2004, foi finalista do Prémio Jean Monnet de Literatura Europeia (França) e, em 2005, foi finalista do Prémio Amphi de Literatura Europeia (França).
Alguns dos seus romances estão publicados em francês, espanhol, italiano e galego.

Para saberem mais sobre o autor clique aqui.